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Intolerância Alimentar

[/vc_column_text][vc_separator color=”peacoc” align=”align_center”][vc_column_text]intolerancia-alimentar-331A intolerância a um alimento é uma reação anormal, geralmente continuada e de baixa reatividade, pelo que se traduz num estado crónico. Contudo, silenciosa. Ao contrário de uma alergia alimentar onde o sistema imunitário é ativado, a intolerância pode ocorrer tão só pela falta de uma enzima necessária para a digestão de um componente ou parte de um alimento, tendo como resposta uma inflamação crónica. A exposição contínua decorrente da ingestão de determinado alimento pode levar a situações que, numa primeira análise, nunca seriam relacionadas com a alimentação. Assim, este é um processo complexo e difícil de detetar, com manifestações clínicas variadas, de carácter insidioso, por vezes difíceis de diagnosticar e relacionar com o alimento, por se tratarem de patologias de grau moderado e evolução crónica. Na intolerância alimentar a formação de anticorpos IgG dirigidos a proteínas de alimentos tem um papel importante no processo fisiopatológico. Na intolerância a um determinado alimento a sua ingestão continuada leva à alteração do padrão normal de produção de anticorpos IgA para um padrão de produção de níveis elevados de anticorpos IgG dirigidos a certos alimentos com indução de processos patológicos muito diversos.

As condições clínicas que se podem relacionar com processos de intolerância alimentar e em que a supressão da ingestão do alimento provoca uma melhoria evidente em mais de dois terços dos casos, são as seguintes:

Perturbações neurológicas (10%): cefaleias, enxaquecas, tonturas, humor variável, vertigens;
Perturbações Urinárias: enurese, cistite crónica;
Perturbações Respiratórias (10%): congestão nasal, rinite, asma brônquica, insuficiência respiratória que se pode relacionar com um processo alérgico;
Processos dermatológicos (16%): eczema, erupções, urticária, psoríase, acne, prurido;
Perturbações músculo-esqueléticas: cãimbra, artrite, fibromialgias, inflamações articulares;
Perturbações gastro-intestinais (50%): dores abdominais, aftas, halitose, náuseas, aerofagia, meteorismo, cólicas abdominais, obstipação, diarreia, epigastralgia, doença de Crohn, síndrome de intestino irritável;
Sistema cardiovascular: arritmias (taquicardia);
Perturbações nutricionais: obesidade, anorexia, emagrecimento excessivo, anemia. Nas pessoas com excesso de peso que respondem mal aos tratamentos habituais de emagrecimento, verifica-se uma diminuição do peso ao eliminar da dieta alimentos que, no teste, revelam sensibilidade elevada.
Transtornos psicológicos (11%): stress, ansiedade, letargia, depressão, náuseas, fadiga crónica, hiperatividade (nas crianças).

O conhecimento das intolerâncias alimentares de cada doente é, neste momento, um passo incontornável para a elaboração de um plano alimentar personalizado na abordagem das doenças crónicas com componente inflamatório.

Porque nós somos aquilo que comemos e porque os alimentos estão relacionados com a saúde e com a doença, é importante pesquisar, entre os alimentos ingeridos, quais os causadores de reações secundárias, e reestruturar a dieta, segundo o aconselhamento de um Nutricionista. Estará a dar a si próprio uma verdadeira oportunidade de se sentir melhor!

As manifestações das doenças alérgicas e autoimunes melhoram, substancialmente, após 6 a 8 semanas do início da Terapêutica Alimentar.

O Teste de Intolerância Alimentar tem pois indicação na avaliação clínica que antecede a escolha da dieta adequada ao tratamento da patologia ou sintomatologia diagnosticadas.

Vários estudos indicam uma melhoria de 50 – 66% dos casos que cumprem uma terapêutica alimentar, prescrita pelo Nutricionista, com supressão dos alimentos não recomendados. Em geral, observa-se uma melhoria num período de 20 a 60 dias após o início de um plano alimentar adaptado.

Trata-se pois de uma opção importante a considerar tendo em conta que no grupo de patologias descritas se observam melhorias consideráveis.

Como Funciona?

Trata-se de um teste que pretende identificar os grupos de alimentos aos quais somos Intolerantes, permitindo assim eliminá-los da nossa alimentação e, consequentemente, evitar o aparecimento de problemas de saúde.

Um teste Pronutri simples e totalmente indolor é o bastante para saber quais os alimentos que pode consumir regularmente e os que deve evitar.

Tradicionalmente, a intolerância alimentar deteta-se através de uma análise ao sangue. O teste que aqui proposto funciona através da tecnologia Biofeedback, totalmente não-invasiva.

Esta tecnologia de bioressonância mede a intolerância a mais de 500 alimentos diferentes. O teste é realizado por técnicos credenciados.

Em 30 minutos é feito o teste, e comunicado o resultado.

Este sistema de diagnóstico é reconhecido pelo EUROCAT – Instituto de certificação e teste da União europeia, e recebeu já três certificados de qualidade ISO.[/vc_column_text][vc_video link=”https://www.youtube.com/watch?v=s8bNQG5jh_I”][vc_cta_button title=”Voltar” target=”_self” color=”btn-info” icon=”none” size=”wpb_regularsize” position=”cta_align_right” css_animation=”right-to-left” href=”http://azclinic.pt/web/index.php/exames/”][/vc_column][/vc_row]